Wikileaks: Além do vazamento de dados militares

O site que publica documentos confidenciais fornecidos por denunciantes e fontes anônimas, o Wikileaks,  atormentou o governo norte-americano ao divulgar,  em  25/07/2010, documentos secretos sobre a Guerra do Afeganistão. Os 75 mil arquivos revelam detalhes prejudiciais à imagem dos Estados Unidos: assassinatos de civis foram divulgados pela primeira vez, entre outros temas.

Três dos maiores jornais do planeta, New York Times, Guadian e Der Spiegel, receberam os dados cerca de um mês antes.

[Para ler a análise de como o conteúdo foi repassado aos leitores em cada um dos três veículos clique aqui]


Em tempos de web 2.0 é mais frequente o interesse em blogs e sites de mostrar que a informação flui por outros meios. E que outros canais, que não sejam mídias tradicionais, sabem muito bem o que fazer, inclusive, com “dados perigosos”. Mas, aprecio o fato dos jornais terem recebido o material para repassar de forma inteligível ao mundo. É mais um exemplo de que as mídias on e off line podem andar juntas.


Esta não é a primeira vez que dados quentes do Wikileaks vêm à tona: Em abril, a página publicou um vídeo de 2007, que mostrava ataque um aéreo dos Estados Unidos a Bagdá. Isto causou a morte de 12 pessoas. A candidata à vice-presidência dos EUA Sarah Palin teve alguns de seus e-mails particulares propagados.


Leia também:

WikiLeaks e o futuro da mídia, no blog do Professor da USP, @RamiroGonçalez.

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