Arquivos da Categoria: MidiArt

A evolução do e-mail: um infográfico

O poder do fotojornalismo

Delicioso documentário “Power of Photojournalism” que expõe de maneira categórica a importância da imagem na mídia. O material é apresentado/narrado por fotojornalistas vencedores do prêmio 66th Pictures of the Year International e por editores de veículos de comunicação.

Eu, particulamente, admiro, sou fã de fotojornalismo e repórteres fotográficos. Uma vez comentei que eles têm olhar de lente objetiva sobre a cidade, sobre o mundo. Procuram observar os fatos ou espaços sob diversos olhares. Um dom que às vezes nem um repórter ou editor tem.

E-book para download: “Novos Jornalistas”

Do Overmundo:

Este é o E-book do projeto “Novos Jornalistas – Para Entender o Jornalismo Hoje”, uma coletânea de textos sobre as habilidades que os jornalistas modernos devem ter.

Baixe aqui.

Dica do Luciano Frontelle.

Genial: Infográficos feitos à mão

Do Blog do GJOL:

A editoria de arte do jornal Público, da Espanha, publicou no Flickr alguns trabalhos realizados para o caderno Libre, para o especial “Cuadernos de viaje”. São infografias produzidas artesanalmente, desenhadas à mão e utilizando um passaporte como base para a produção das peças. Os infográficos foram publicados na edição de 8 de agosto.

Dados, anedotas, lugares, tudo que se possa ser infografado e mostrado para o leitor, sempre em primeira pessoa, as experiências de quem já havia realizado grandes viagens.

Foram utilizadas também nas peças papel, palitos de sorvete, mortadela, lápis, canetas. Muito mais pode ser visto no Flickr da editoria da arte do jornal.

David Lynch: 121 Histórias

Clique sobre a imagem para assistir aos episódios

Estão disponíveis as 121 entrevistas realizadas com pessoas comuns nos EUA para o Interview Project, proposta do cineasta David Lynch. O projeto, lançado em outubro de 2009, reúne vídeos de entrevistados que, ao longo de dez semanas e muitas milhas percorridas, revelam sonhos, arrependimentos, medos, pontos de vista, traçando assim um panorama atual do cidadão americano.

Abaixo, um vídeo onde o próprio Lynch aprensenta e explica sua empreitada:

Brasil: Um país em busca de leitores

Recebi este print do Le Monde Diplomatique Brasil e, como estamos em época de Flip e às vésperas da Bienal de São Paulo, achei oportuno compartilhar o ótimo texto de Moacyr Scliar:

[A nova edição impressa do Le Monde Diplomatique Brasil já está nas bancas]

Clique na imagem para ampliar


Seis matérias clássicas adaptadas para a Era Digital

No post anterior recomendei a leitura do perfil que Gay Talese fez de Frank Sinatra por ser um ‘divisor de águas’ do Jornalismo. Mas o blog ‘Plog’ o colocou entre as seis clássicas matérias de revistas que mereciam uma adaptação para a Era Digital. Tendo a lista do KK.org como referência, o ‘Plog’ explicou:

No início desta semana, circulou no Twitter uma lista de algumas das melhores matérias de revista de todos os tempos. É uma homenagem a alguns dos pioneiros do jornalismo literário, incluindo Gay Talese, Hunter S. Thompson e Tom Wolfe.

Evidentemente, esses tipos de textos – milhares de palavras meticulosamente colocadas após dezenas de horas de pesquisas e entrevistas, estão distantes dos dias de hoje (…). Isto nos fez pensar: E como seria se essas matérias fossem publicadas hoje? Escolhemos seis favoritas e as reformulamos para o público atual.

Entre os textos que o Plog elegeu estão: (o texto segue no box, porque não são minhas ideias)

“Frank Sinatra Está Resfriado”, de Gay Talese. Esquire, 1966

O que era: Considerada a melhor matéria de revista de todos os tempos, o texto de Talese ajudou a fazer da Esquire o local de trabalho ideal de todo sonhador estudante de jornalismo, aspirante a literato, formado entre 1966 e 2002. (Agora é Slate, eu acho. Ou talvez Barnes and Noble)

Atualmente seria algo como: “RT @GayTaleseEsq RT @OldBlueEyes: Eu estou sentindo tipo um “sniffly”. Acho que pode vir com alguma coisa.”

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“Superman vem ao Supermercado”, de Norman Mailer. Esquire, 1960

O que era: Parte a psico-análise de um país, parte análise política, a matéria de Mailer sobre a Convenção Nacional Democrata de 1960, em Los Angeles, é o mais famoso exemplo de jornalismo político da Esquire.

Atualmente seria algo como: Uma lista destinada a ser dissecada por meio de comentários no Digg: “L.A. continua um tédio”, e 9 coisas que aprendi na Convenção Democrata.”

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“O Kentucky Derby é Decadente e Depravado”, de Hunter Thompson.  Scanlan, 1970

O que era: Um antigo médico, transbordando de amor e uísque.

Atualmente seria algo como:  Apresentação de slides: “Fotos do Kentucky Derby (NSFW)”.

Para ler a lista completa clique aqui.

Brasília, te amo

       

Congresso Nacional à noite. Imagem extraída do site Olhares

Pouco a pouco Brasília se foi consolidando em função do traçado de Lúcio Costa, das formas inesperadas que sua arquitetura assumiu, dando vida àquele planalto sem fronteiras, onde o céu parece maior. Tudo isso me leva a recordar aqueles serões inesquecíveis que o nosso grupo passava na presença de um presidente possuído do maior dinamismo (…). Tarde, uma ou duas horas da madrugada, JK nos acompanhava na saída. E aí se retinha, empolgado com a noite de Brasília. O céu imenso, cheio de estrelas, os palácios já erguidos a se destacarem com suas formas brancas na enorme escuridão do cerrado. Mansamente, como a me dizer um segredo, JK tomava-me pelo braço: “Niemeyer. Que beleza!”

Trecho de artigo escrito por Oscar Niemeyer e sua esposa, Vera, para a revista ‘Nosso Caminho’ publicado ontem, integralmente, no Estadão.
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Poderia lembrar do rombo nas finanças públicas que o projeto audacioso de JK provocou; Que Brasília é fruto do trabalho suado de pessoas que trabalhavam em regime ‘desumano’ e viviam em instalações precárias, como apontam alguns textos; E que, há anos, o DF vota em políticos com falta empatia e respeito com o eleitorado, salvo raras exceções.

Mas não dá. Adoro demais essa cidade. Ela me deu muito. Aprendi muito ali. Brasília é a prova de que romantismo, poesia e matemática são trinômio de resultado exato: beleza. “Niemeyer. Que beleza!”

Arte Viva

Para o último post de 2009 escolhi um vídeo da Outside Magazine que traduz em imagens um pouco de toda “confusão/revolução” tecnológica pela qual passamos nestes tempos – o futuro já chegou! Sirva-se de animações que mostram que uma publicação é mais viva que se pensa; e de belíssimas paisagens, uma inspiração para as férias.

Aproveite o vídeo. Aproveite as férias. :D


Jornalismo 2.0 em todas as redes sociais?


 

A editora de mídias sociais do NYT, Jen Preston, perguntou ao jornalista Vadim Lavrusik pelo Twitter: “Facebook, Twitter, Tumbrl – os veículos de jornalismo podem estar em todos esses lugares”?

A reflexão é por conta do Tumbrl* da Newsweek, lançado esta semana. Alguns profissionais do jornalismo acham que as Organizações ainda não usam essas mídias de forma eficaz.

No post abaixo, 8 Soluções: Impressos x Online, o site Marketing Pilgrim recomenda aos jornais que não ignorem a web 2.0, mas parece que alguns deles não acompanham a velocidade da proliferação dessas plataformas. É imprescindível estar presente em todas as redes sociais? Sobre isto Vadim Lavrusik coloca de forma interessante:

 

 

Existe uma diferença entre estar em toda parte e envolver toda parte. Os veículos devem priorizar o que é importante para que invistam tempo e eficácia. Os sites de notícias que são alvo de atenção por serem inovadores e relevantes são aqueles que têm uma presença forte e eficaz em outros lugares.
Ele vai mais longe, mas é interessante para pensar:
E se as empresas jornalísticas abolirem os sites de notícias e permanecerem presentes apenas nas redes sociais? A resposta não é tão simples. É fácil dizer não, pois muitas dessas plataformas não geram receitas e as empresas não teriam muito controle de como apresentar o conteúdo. Quando surgir um modelo de negócios que gere receita nas mídias 2.o talvez ocorra uma mudança.
Vejo que, muitas vezes, o próprio leitor faz o papel de irradiador de informação. Quantas vezes um assunto  que começa num site noticioso se estende para lugares como o Twitter e o Facebook? Percebo também que as pessoas apreciam quando os veículos têm sua porção 2.0. Isto pode aproximar os leitores de suas fontes preferidas de informação e vice-versa – além de ajudar a conhecer tantas outras fontes.
O que você pensa a respeito? Voltarei neste assunto. :)
*Tumblr:  Rede social que permite que usuários compartilhem links, textos, vídeos, áudio. Como no Twitter, você pode seguir outras pessoas e ver no seu painel de controle (Dashboard) os últimos posts de quem você segue. Para saber mais clique aqui.


“Os Nativos da Internet e a Nova Mídia”

 

 

Colaborei com o texto do professor Ramiro Gonçalez, Mestre em ciências da Comunicação ECA – USP, em “Os Nativos da Internet e a Nova Mídia”. O texto, muito interessante por sinal, foi publicado hoje no Newrônio, blog de tendências da ESPM.

Passe lá e depois nos conte o que achou. ;)

Para ler o texto clique AQUI.


Que tipo de artista você é?

Para descobrir de maneira prática é só responder ao fluxograma acima. :D Você pode perceber que há diferença entre cartunista e jornalista cartunista.

O HP Spot postou esta arte muito divertida retirada do Lodwell.com, site do Cadwell Tanner - cartunista muito talentoso e com várias tiradas bacanas (e tirinhas também!). Vale a pena visitar a página dele e se divertir com os vários cartoons resultado de seu dom artístico. Ele não precisa fazer o teste. ;)

OBS: Identifiquei-me bastante com o resultado “Microsoft Painter” rsrs

Qual foi seu resultado?!


Memórias Póstumas de Nabokov

 

nabokov

 

A Playboy americana publicará parte do livro “The Original of Laura”, romance póstumo e inacabado do escritor russo Vladimir Nabokov (1899 – 1977). Foram quase três décadas de discussões dentro da família do autor até que seu filho, Dimitri, decidiu desobedecer a ordem expressa de seu pai: destruir os escritos!

A The New Yorker negou divulgar a obra, pois o enredo trata da tristeza de um homem que tem uma esposa promíscua e ele acaba lembrando de uma velha obsessão em ter relações sexuais com uma mulher jovem.

Não será a primeira vez que parte de um romance de Nabokov sai nas páginas da Playboy. Em 1969 foi publicado parte de seu livro “Ada ou Ardor”.

O site Amazon anuncia a data de lançamento para o dia 17/11/2009 a $18.90. E, segundo o The Wall Street Journal, o fragmento do romance sairá na edição da Playboy do próximo mês.

No Brasil “O Original de Laura”, de 304 páginas, chegará às livrarias editado pela Objetiva. Ainda não está disponível nem para pré-venda. Preço: 59,90. (obrigada @danielablanco27 pela informação ;) )

 

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Vladimir Nabokov, nascido em São Petersburgo, teve seu primeiro livro, “Machenka”, lançado em 1926. Sua publicação mais famosa é “Lolita”, de 1955. Já no fim da vida se dedicara a literatura, principal interesse, e aos lepidópteros – espécie de borboletas -, cultivados nas montanhas da Suíça.

 

Livros como protagonistas

 

Achei duas lindas e inpiradoras animações que exaltam formas de aproveitarmos nossos companheiros de papel. Os dois vídeos usam livros para contar histórias. Bom proveito! :)

 

 

 

 

NYT e a Realidade Aumentada

 

Imagine-se apontando um celular, android de preferência, para um teclado de computador. Agora imagine ver, na tela do celular, a partir da imagem do teclado, a continuação do ambiente onde este objeto está inserido. Resultaria em uma imagem mais ou menos assim:

 

realvirtual

Simulação de RA (Foto: Site Realidade Aumentada)

 

A Realidade Aumentada, ou Misturada, como alguns preferem classificar, é a sobreposição de objetos virtuais 3D, gerados por computador, com um ambiente real, por meio de algum dispositivo tecnológico.

As inovações não estão limitadas a apenas enxergar essa Realidade pela tela do celular ou por óculos translúcidos. Há a possibilidade do usuário manusear os objetos virtuais introduzidos no espaço, ou seja, pode ser interativo.

*Para saber a fundo sobre Realidade Aumentada clique aqui

 

New York Times já utiliza

O jornal americano percebeu que o sistema de RA podia ser proveitoso porque o usuário pode ter acesso a dados referentes a uma construção importante, por exemplo. Ou seja, se, aqui em São Paulo, apontasse meu celular com o dispositivo de RA para o MASP teria como saber dos telefones do Museu, quais ruas, restaurantes e metrôs estão próximos ao local, se as informações estivessem disponíveis.

De acordo com o site Poynter o NYT ainda aproveita o recurso em críticas de restaurantes - obtém a ’ficha’ do local para saber de detalhes e avaliações – ; e no setor imobiliário - saber quais apartamentos estão disponíveis e em que andar.  Pode também atualizar-se sobre dados históricos em artigo semanais de arquitetura.

Mas polêmica pode vir por aí. Quando a Realidade Aumentada estiver mais difundida e os dados históricos de contruções, gastos públicos e pessoas sejam maior, o Poynter joga a questão: é assustador pensar sobre as possibilidades de invasão de privacidade.

A invasão de privacidade é um dos problemas mais recorrentes deste século.

 

Madonna: Caridosa e “Marketing-Star”

 

 Madonna está aqui para pedir ajuda a empresários brasileiros para projetos assistencialistas no Malauí, país de origem de dois de seus quatro filhos. No último dia 05 ela foi a grande vencedora da premiação ‘Billboard Touring Award 2009′ na categoria maior tour do ano – Top Tour -, e turnê que mais arrecadou - Top Draw.

No livro ‘A vida com minha irmã Madonna’, de amargas memórias de Chris Ciccone, está descrita a obsessão da diva por seu corpo, imagem, beleza, frutos de sua espartana disciplina desde a hora que acorda até dormir. E se algo der errado, ou se tiver que sair do ‘roteiro do dia’, fica frustrada.

Foi dessa forma que ela conseguiu chegar aonde está: Tours homéricas, hits épicos, grande furtuna, livros infantis, dirigiu um filme e agora está totalmente engajada em projeto social a la Oprah Winfrey. Talvez não soubesse fazer de outra  forma. O fato é que Madonna é um fenômeno, ainda que burocrata. É uma mulher de quebrar recordes e ela procura e gosta disso. Claro que essas características englobam latentes competições com suas ‘Pop Roommates’ – Spears, GaGa… – que vão desde o corpo mais sarado até grandes repertórios. “O show [de Lady GaGa] é confuso, têm buracos em suas roupas, mas, sim, vejo um pouco de mim nela”, declarou a respeito da caçula do pop.

O show [de Lady GaGa] é confuso, têm buracos em suas roupas, mas, sim, vejo um pouco de mim nela

 

“Je suis l’art”

Nos bastidores da penúltima turnê, Confessions Tour, Madonna conversava com um de seus bailarinos, francês, que afirmava não ser bom para fazer arte. Preferia apreciar. E ela, em tom maroto, responde: ‘Je suis l’art’ (SOU a arte).  E mesmo um fã mais desatento pode identificar momentos ‘escolas artísticas’ em seu trabalho. Na última tour, Sticky&Sweet, utilizou vídeos com ilustrações animadas de Keith Hering, artista de arte pop nova-iorquina dos anos 80, no momento da canção ‘Into The Groove’:

 

 

O clipe de ‘Hollywood’, que faz crítica à elite com idéia fixa em beleza e frivolidades, parece ter sido inspirado na obra do fotógrafo francês Guy Bourdin. A informação tornou-se pública quando o neto do artista acusou a cantora formalmente de plágio. Chegaram a um acordo financeiro confidencial. Problema resolvido.

 

 

A música ‘Erótica’ faz parte do, quiçá, maior projeto marketeiro de Madonna. O disco, com título homônimo, de onde foi extraído o single, chegou às lojas junto com o livro ‘Sex’ e com o filme ‘Corpo em Evidência’. Foi seu primeiro álbum conceitual, com todas as músicas interligadas como se contassem uma história.  As imagens da sessão de fotos para o ‘Sex Book’ foram transformadas no clipe ‘Erótica’. A personagem ‘Dita’, que Madonna encarna no vídeo, foi livremente inspirada na atriz alemã Dita Parlo.

 

 

Para ser sincera o álbum ‘Erótica’ é um dos meus preferidos. Saudades do tempo que Madonna não era mãe, nem Esther (ela adotou esse nome no meio ‘cabalístico’) e sim devassa, como diz minha avó! :D

 
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Madonna no ensaio para o 'Sex Book'

 

*Com informações do site Madonna Online e do meu ‘lastro madônnico’. ;)

 

Jornalismo, Arte e Política são Multimeios

 

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Não sei se acontece com todos, mas acho natural que os primeiros dois, três posts – de um novo blog –  sejam mais explicativos. Minha explicação será objetiva, prometo:

Há quem não goste, mas acho a palavra Mídia maravilhosa, versátil, completa. Sou fã mesmo. Pode denotar conjunto dos meios de comunicação, dispositivo para armazenar dados e informações. Ou, simplesmente, ser o meio, o caminho, o Modo pelo qual nos inteiramos do Mundo.

Este argumento foi e é a inspiração para o nome deste Blog. E o Jornalismo(Comunicação), a Arte e a Política são minha Santíssima Trindade. Não listo a História, que também é uma paixão, pois ela é o motivo absoluto de estarmos aqui. Já que o objetivo deste espaço é abordar temas que nos interessem, informem ou suscitem curiosidade, melhor que seja com os três aspectos que mais nos motivam a pensar e questionar - não entender! – nosso meio e nossa mídia. Podem acreditar que é  um desafio que faço principalmente a mim.

Sou pretenciosa? ;)

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